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Nossa Filosofia

  • Acreditamos no potencial ilimitado que nós pessoas, temos quando
    aprendemos (e temos experiência) sobre o que é equipe ou grupo.
  • Acreditamos que o desenvolvimento da dimensão social, através das
    experiências grupais / comunitárias, é a base para avançar até a
    plenitude das pessoas e, portanto, das comunidades nas que estão
    introduzidas (comunidade profissionall, educativa, familiar, etc.)
  • Acreditamos que a autêntica aprendizagem, tanto de adolescentes
    como de adultos, é realizada mediante experiências "lúdicas":
    aprendemos "bricando".
  • Acreditamos que exitem dois modos, dois paradigmas, duas perspectivas
    para encarar a vida:
    • A predominância do competir. O jogo se chama ganhar-perder.
      (Para que alguém ganhe, certamente, alguém tem que perder).
    • A predominância do compartilhar. O jogo se chama ganhar-ganhar.
      (Neste jogo, todos os jogadores ganham: de maneira diferente, com
      intensidade diferente, mas ganham).
  • Acreditamos que o jogo da predominância do competir vigora em nossa sociedade,
    em todos os âmbitos: profissionais, educativos, familiares, etc. da vida das pessoas.
    Acreditamos que este jogo causa danos, é nocivo para as pessoas e as comunidades; já que gera: rivalidades, comparações, agressões, relações de dominio e posse, oposições, ressentimentos. Finalmente, não gera nem crescimento nem riqueza.
  • Acreditamos que o jogo da predominância do compartilhar, é uma boa alternativa. Avançar neste jogo supõe: abertura, flexibilidade, clareza, inovação, respeito (a si mesmo e aos demais). Para aprender este jogo, são necessárias:
    a. determinadas aptidões: conhecimentos sobre metodologias e enfoques.
    b. determinadas atitudes.
  • Acreditamos que o grupo/equipe é o "lugar" mais adequado para desenvolver e experimentar o processo de aprendizagem das aptidões e atitudes, vinculadas com o jogo da predominância do compartilhar.
  • Por último, acreditamos na potência exponencial das redes como um modo diferente, novo de relações entre grupos; onde vão aparecendo questões tais como: solidariedade, intercâmbio, cooperação, projeto comum, integração, a consciência de um "nós" cada vez mais amplo, mais pleno, mais fundo.

Em algum momento apareceu o homo faber.
Acreditamos que está nascendo o homo gestalt.